Higiene Ocupacional
Antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos estressores, fatores ou agentes ambientais nocivos.

O problema
Discussões sobre insalubridade, aposentadoria especial e adoecimento no trabalho quase sempre terminam na mesma pergunta: qual era a exposição real? Sem medição rastreável, a resposta vira opinião — e opinião não se sustenta em auditoria nem em juízo.
O que acontece se nada for feito
- Pagamento de adicional de insalubridade sem base técnica, ou negativa que vira ação judicial.
- Laudo contestado por falta de rastreabilidade da medição.
- Doença ocupacional identificada tarde demais, quando já há afastamento.
- Enquadramento previdenciário incorreto no PPP e no eSocial.
Como resolvemos
Fazemos a avaliação ambiental e a análise de exposição das pessoas aos agentes físicos, químicos, biológicos e ergonômicos. Os equipamentos são próprios e calibrados por empresas credenciadas à RBC — Rede Brasileira de Calibração —, o que dá rastreabilidade metrológica ao número que aparece no laudo.
- Etapa 1 de 5
Reconhecimento
Levantamento dos agentes presentes por setor e por função, e definição dos grupos de exposição similar.
- Etapa 2 de 5
Plano de amostragem
Definição do que medir, onde, por quanto tempo e com qual método, conforme o agente.
- Etapa 3 de 5
Medição em campo
Coleta com instrumentos calibrados, acompanhando a jornada real do trabalhador.
- Etapa 4 de 5
Análise e laudo
Comparação com os limites de tolerância e emissão do documento com responsabilidade técnica.
- Etapa 5 de 5
Recomendação de controle
Medidas na fonte, na trajetória e no trabalhador, nessa ordem de prioridade.
O que a sua empresa ganha
- Medição com rastreabilidade metrológica, que se sustenta em fiscalização e em processo.
- Decisão sobre adicional fundamentada em dado, não em estimativa.
- Identificação precoce de exposição acima do limite, antes do adoecimento.
- Base técnica correta para LTCAT, PPP e enquadramento previdenciário.
O que está incluído
- Ruído, calor, vibração e radiação não ionizante.
- Umidade, aerodispersóides e poeiras.
- Fungos, gases e vapores.
- Agentes ergonômicos e de acidentes.
- Metodologias de identificação de perigos e de necessidades em saúde.
- Gestão de afastados e reabilitação.
- Gerenciamento de empresas contratadas e prestadores de serviço.
Documentos desta área
- LTCATLaudo Técnico de Condições do Ambiente de Trabalho
- LTIPLaudo Técnico de Insalubridade e Periculosidade
- LELaudo Ergonômico
- AETAnálise Ergonômica do Trabalho
- LTVLaudo Técnico de Vibração
- LRAHLaudo de Ruído em Áreas Habitadas
- PPRPrograma de Proteção Respiratória
- PCAPrograma de Conservação Auditiva
- PPEOBPrograma de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno
- AEVEAvaliação da Eficiência de Ventilação e Exaustão
Perguntas frequentes
- O que significa o equipamento ser calibrado pela RBC?
- Significa que o instrumento tem rastreabilidade metrológica: a medição pode ser comparada a padrões nacionais. É o que permite defender o número do laudo em auditoria ou em juízo.
- Com que frequência a medição precisa ser refeita?
- Depende do agente e de mudanças no processo. Qualquer alteração de layout, maquinário ou jornada muda a exposição e pede nova avaliação. Definimos o intervalo no diagnóstico.
- A medição atrapalha a produção?
- Não. A amostragem acompanha o trabalhador durante a jornada normal — medir em condição atípica invalidaria o resultado.